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Aprenda como o Kubernetes da SaveinCloud garante implantações sem interrupções. Especialista mostra como fazer deploy sem downtime em Kubernetes.

Deploy sem downtime em Kubernetes da SaveinCloud comprovado por especialista

Em um cenário onde a mínima interrupção pode resultar em prejuízos significativos, estratégias eficazes de deploy sem downtime são indispensáveis. 

Neste contexto, o Kubernetes, um sistema de orquestração de containers, surge como uma solução eficiente, e a SaveinCloud se destaca como uma referência ao garantir implantações sem interrupções.

Para esclarecer as principais dúvidas ao realizar deploy no Kubernetes, demonstrando seu funcionamento de forma simples, fácil e intuitiva, contamos com a participação do Engenheiro de Computação, André Brito e também com o Especialista em Soluções Cloud e Gerente de Tecnologia na SaveinCloud, Jeverson Miotti.

Os principais pontos abordados em nosso talk incluem:

  • Diferenciais identificados na plataforma da SaveinCloud em comparação com outras do mercado;
  • Como ela pode contribuir para a melhora de ambiente e o desempenho de projetos de empresas e desenvolvedores;
  • Como escalar o seu Cloud;  
  • Configuração e execução de deploys de aplicações no Kubernetes sem downtime com apenas alguns cliques;
  • Aspectos positivos observados na plataforma.

O Kubernetes é um sistema de orquestração de containers open-source que automatiza a implantação, o dimensionamento e a gestão de aplicações em containers.

Container Kubernetes

Ao abordar como ele facilita a implantação multi-cloud para garantir portabilidade, André Brito destaca a simplicidade da migração para quem já utiliza outro sistema de containers, como o Docker. Basta direcionar os containers para o Kubernetes, mantendo a funcionalidade da aplicação, agora em um novo ambiente.

Ele também compartilha experiências pessoais, mencionando migrações bem-sucedidas de aplicações de outras plataformas para a SaveinCloud, realizadas em curtos períodos de uma a duas horas, configurando-as desde o início. Uma vez que as configurações estão prontas, a transição pode ser concluída em poucos minutos.

Implantação sem Downtime no Kubernetes

Quando questionado sobre práticas recomendadas para a implantação segura, André cita a robustez do Kubernetes em oferecer ferramentas para implementar aplicações com segurança. E cita exemplos como o tratamento de variáveis de ambiente em Secrets e a forma como ele deixa sempre a disponibilidade da sua aplicação intacta, sem downtime.

Sobre como o sistema de orquestração lida com o armazenamento de dados persistentes em aplicativos em containers, André esclarece a importância desse aspecto ao realizar o deploy de um banco de dados na plataforma. Destacando a necessidade de preservar os dados do banco mesmo durante atualizações de containers.

O Kubernetes aborda essa questão de várias maneiras, sendo uma delas o uso do Persistent Volume Claim (PVC). Ao realizar o deploy de uma aplicação, é possível especificar a intenção de persistir determinados dados em algum local.

E um diferencial da SaveinCloud é trazer a opção de provisionamento de volumes, um recurso que nem sempre está disponível em outras soluções de nuvem de forma automática e escalável. Essa prática proporciona não apenas conveniência, mas também aumenta a resiliência do armazenamento de dados, oferecendo uma camada adicional de confiabilidade ao processo de deploy sem downtime e escalabilidade horizontal.

Escalabilidade no Kubernetes

Quando perguntamos sobre como as escalabilidades horizontal e vertical são gerenciadas pelo Kubernetes e quais são os benefícios disso para aplicativos em nuvem, André afirma que é possível escalar de duas maneiras.

Ao atingir o limite de capacidade de uma aplicação, o Kubernetes oferece a flexibilidade de escalar horizontalmente. Nesse contexto, podemos imaginar que a aplicação atingiu seu máximo, e a solução é distribuir o tráfego entre mais containers, conhecidos como “pods” no sistema de orquestração. Configuramos mais pods para o mesmo serviço, criando instâncias adicionais para lidar com o aumento de carga. 

Essa distribuição é feita de maneira equilibrada, garantindo que o tráfego seja dividido eficientemente. No Kubernetes, essa escala horizontal pode ser ajustada automaticamente, permitindo a adição de containers conforme necessário, tornando o processo mais dinâmico e responsivo.

Outra maneira para garantir escalabilidade ocorre quando atingimos o limite máximo de containers e precisamos de mais recursos para o cluster. Além de aumentar a capacidade da máquina, esse sistema de orquestração oferece a opção de configurar um auto scaler para o cluster. 

Por exemplo, quando as máquinas no cluster atingem um limite predefinido de uso de CPU ou RAM, é possível instruir o Kubernetes a adicionar automaticamente mais máquinas ao cluster. Essa capacidade de escalabilidade vertical é fundamental para lidar com demandas imprevistas e garantir a escalabilidade contínua das aplicações na nuvem.

Alta disponibilidade e tolerância a falhas no Kubernetes

Em relação à alta disponibilidade e tolerância a falhas é notável que o Kubernetes trata disso de maneira eficiente, pois diferentemente de configurações com um único nó, onde há apenas uma máquina disponível, ele opera em clusters compostos por várias máquinas para fazer o deploy sem downtime.

Ao concluir, André comenta que o Kubernetes realiza a orquestração dos containers conforme suas decisões. Quando integrado a uma solução em nuvem que oferece segurança, disponibilidade e escalabilidade fácil, é possível alcançar um orquestramento perfeito. 

O Kubernetes se torna a peça central que, aliada a uma infraestrutura robusta na nuvem, proporciona um ambiente ideal para gerenciar e coordenar os containers, garantindo eficiência e confiabilidade em todo o processo.

No final do nosso talk, André demonstra como configurar e replicar o deploy de uma aplicação na plataforma da SaveinCloud. Não deixe de conferir!

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